Blog pessoal de Ana Paula Motta

Domingo, 16 de Outubro de 2011

 

 

Vejo a tarde cair, o sol se por, o céu ficar gris e o vento soprar impaciente.

 

O ar empoeirado dá lugar à aragem da noite que chega.

 

Alho, cebola, cenoura, couve, toucinho e abóbora menina, temperados com duas lágrimas fujonas.

 

A chuva tamborila no telhado.

 

A porta se abre sem alarde. Ele entra com os pés enlameados, sorriso no rosto e fome. Muita fome.

 

Alívio e frio na barriga. Nunca fui boa em pressentimentos.

 

 

Para ouvir com :Madredeus- Haja o que houver

publicado por Ana Paula Motta às 01:22
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Wal , sempre tão atenciosa e carinhosa e eu em falta. Beijo, querida
Ana Paula Motta a 16 de Outubro de 2011 às 20:36


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