Blog pessoal de Ana Paula Motta

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
Por hora roubo versos por aí. Qualquer manhã dessas volto eu mesma a escrevê-los.


MUDEZ

Torquato da Luz


Quando por fim voltares, traz no olhar
a nesga de areal onde algum dia
te encontrei entre a espuma e a maresia,
passeando a surpresa de haver mar.

Traz também nos cabelos o luar
e deixa que o veneno da poesia
nos envenene aos dois em sintonia,
como exige o mistério do lugar.

Talvez assim eu possa finalmente
segredar-te as palavras que não soube
dizer-te no momento em que te vi

pela primeira vez e, de repente,
o mundo foi tão grande que não coube
na minha voz e logo emudeci.

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publicado por Ana Paula Motta às 17:39
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adoro o poema que tens na tua descrição. EA era daqui, do sitio onde moro :)
pinguim a 25 de Fevereiro de 2009 às 16:59


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