Blog pessoal de Ana Paula Motta

Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

Tenho no coração uma caixinha de música

Nos dias felizes eu giro

Eu danço

E me lanço no ar

Hoje eu estou assim

Meio bailarina

Muito menina

Ouço m eu coração cantar.

 


publicado por Ana Paula Motta às 23:44
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Sábado, 22 de Maio de 2010
Foto Rui Teixeira

Pra quem me traz flores
eu faço poemas
eu colho sorrisos
e preparo doçuras

Recebo um flor
molhada de orvalho
com cheiro da noite
e cores de afeto

Parece que assim
os dias que
correm
são sempre de maio
com sabor de manhã
publicado por Ana Paula Motta às 03:07
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Sábado, 15 de Maio de 2010

(

Quando chegaste, redescobri em mim inocência e alegria.

Removi a máscara que sobrava:

nada havia a esconder de ti,

nem medo - a não ser partires.

 

Supérfluas as palavras,

dispensada a aparência, fiquei eu,

Sem prumo,

como antes da primeira dúvida

E do último desencanto.

 

Quando chegaste, escutei meu nome como num outro tempo.

O meu lado da sombra entregou

o que ninguém via:

As feridas sem cura e a esperança sem rumo.

 

Começa a crer, por mim, que o amor é possível,

e a vida vale a pena e o pranto

de cada dia.

 

Lya Luft

sinto-me:
publicado por Ana Paula Motta às 16:17
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Domingo, 9 de Maio de 2010

Lembro bem quando ele chegou numa manhã fria de maio.

Muito branquinho e tremendo de frio,com mãos enormes.

Ainda no centro cirúrgico eu falei para o pedriatra:"Ele é azul!" Como todos os bebês que nascem  de cesariana ele nasceu azulado.

Lembro do choro forte,da recusa de mamar no peito,  de como era bom tê-lo deitado ao meu lado.

Naquele ano as manhãs de maio foram muito frias e cinzentas e passávamos boa parte do tempo juntinhos na cama.

Seis dias depois do nascimento dele, foi o meu primeiro Dia das Mães.

Lembro de como me sentia plena,tinha uma segurança e um sentimento indescritível.

Hoje tenho em casa um rapaz, mais alto que eu, com mãos muito grandes e uma alma nobre.

Já não me faz companhia como antes, os filhos crescem e ganham asas.

Não imagino minha vida sem ser mãe.


 

sinto-me:
publicado por Ana Paula Motta às 03:32
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